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DJSantos Engenharia

Consultoria de engenharia e gestão de ativos no setor elétrico, com IA: operação, manutenção e documentos de projeto.

DJSantos Consultoria e Engenharia LTDA

Produto — gestão de ativos de geração

AM-AI

AM-AI é a abreviação de Asset Management with Artificial Intelligence: gestão de ativos com inteligência artificial.

Representação da interface. Usina fictícia, dados de exemplo. A sequência mostra o caminho real: os documentos entram como estão, a IA propõe cada atributo apontando a folha de onde ele saiu, e nada entra na base sem o engenheiro aprovar o nó.

A base de ativos da sua usina já existe. Ela está presa nos desenhos, nos memoriais e nos manuais, em formato que nenhum sistema lê. O AM-AI lê essa engenharia bruta e entrega a base pronta para carga no seu sistema, rastreável até a folha de origem, com o seu engenheiro aprovando nó a nó.

E a constrói sobre uma arquitetura em que a mesma tag comporta as cinco dimensões do negócio, manutenção, operação, suprimentos, contábil e financeiro, com o objetivo de eliminar o silo entre as áreas.

Os sistemas de qualidade de dado de ativo organizam o que já está tabulado. O AM-AI lê a engenharia que ninguém tabulou ainda, e a organiza numa base única.

Para quem é, e quando entra na pauta

Quem usa. O analista ou engenheiro de gestão de ativos, de engenharia de manutenção e de planejamento. É quem hoje garimpa desenho para responder o que deveria estar no cadastro.

Quem aprova tecnicamente. O gerente ou coordenador de engenharia, manutenção, confiabilidade ou gestão de ativos. E o alcance da decisão dele é maior que o plano de manutenção: cadastro com origem rastreável sustenta priorização de investimento, escopo de modernização, política de sobressalente e a conversa com suprimentos, com operação e com o controle patrimonial. Uma base só, comum às áreas, em vez de uma planilha por setor. A validação continua sendo do engenheiro da casa dele.

Quatro situações em que ele entra.

  • Modernização e atualização tecnológica de equipamentos, de grande, médio ou pequeno porte. O escopo do que vai ser trocado depende de saber o que está instalado, e essa lista costuma estar só nos documentos.
  • Planta nova. A base de ativos não precisa nascer defasada: ela pode ser construída a partir da documentação do projeto, antes do comissionamento, em vez de ser remontada anos depois.
  • Migração ou atualização de ERP. O prazo do fornecedor costuma tratar isso como problema de sistema, e o gargalo real é a qualidade do cadastro que vai ser carregado.
  • Projetos de continuidade operacional, com substituição de equipamentos e sistemas de médio e pequeno porte, em que cada troca precisa entrar no cadastro sem quebrar o histórico do que saiu.

Não é produto de planta antiga. A documentação de engenharia é a fonte em qualquer um dos quatro casos, e em planta nova ela é a mais completa que existirá.

O que já roda hoje

  • Lê desenho, memorial, manual e esquema escaneado, sem camada de texto, e extrai os ativos por visão computacional.
  • Estrutura a árvore de ativos e propõe a criticidade de cada nó com o lastro à vista, para o engenheiro aprovar ou corrigir.
  • Guarda a proveniência campo a campo: cada atributo aponta para a folha de origem, com trilha imutável e vigência.
  • Exporta a árvore de ativos em formato de carga do sistema de manutenção, com ida e volta conferida.
  • Pendura no mesmo nó da árvore as entidades das cinco dimensões, com vínculos versionados por vigência.

Cada uma dessas linhas é capacidade construída, não plano. O que está em desenvolvimento está na seção seguinte, separado de propósito.

O que ainda não faz, e por que isto está escrito aqui

Produto de engenharia se escolhe pelo que ele não faz tanto quanto pelo que faz. Estas quatro linhas evitam a conversa errada.

  • Duas das cinco dimensões não existem ainda. Contábil e suprimentos são parte da arquitetura e são objetivo declarado, não capacidade em uso.
  • Exporta a árvore de ativos, não o histórico de falhas, ordens, eventos, inspeções ou estratégias de manutenção.
  • Não guarda série temporal e não substitui o historiador. Não interpreta ensaio de óleo nem espectro de vibração.
  • Não valida no seu lugar. A IA propõe e mostra a origem; quem decide, aprova e responde tecnicamente é o engenheiro do cliente.

Estágio

Em desenvolvimento, com as capacidades acima já construídas e funcionando. Até esta data não há implantação concluída em cliente. A primeira implantação é também a primeira calibração: o esforço por tipo de documento e por destino de dado é medido nela, e o que divergir da estimativa é registrado, não absorvido em silêncio.

Esta página é atualizada quando o estágio muda. Se você está lendo isto, é porque ainda vale.

Perguntas que o comprador técnico faz primeiro

Quem responde tecnicamente pelo resultado?

O engenheiro do cliente. A DJSantos entrega o produto e a consultoria de implantação; a validação final e a responsabilidade técnica permanecem com quem responde pelo ativo. Isso não é uma limitação a contornar depois: é o desenho do contrato.

O meu documento sai da minha empresa?

Não. Para cliente de energia, a instalação padrão roda na nuvem do próprio cliente, com a chave de IA dele. Cada cliente tem instalação isolada.

E se o desenho estiver errado ou desatualizado?

O produto mostra de qual folha veio cada atributo. Divergência entre fontes aparece como divergência, para o engenheiro decidir qual vale, em vez de ser resolvida em silêncio por um critério que ninguém vê.

Como isso é cobrado?

Por serviço entregue e aceito, não por licença de software. A unidade é o registro aceito, por destino de dado, e o aceite do seu engenheiro é o evento que caracteriza a entrega. Faixa e condições são tratadas na proposta.

Perguntas que este produto responde

Ver funcionando

A demonstração é conduzida com documento do seu parque, ou com documento equivalente, em conversa técnica de cerca de uma hora. O que aparece na tela é o produto rodando, não apresentação: documento entra, ativos saem, e cada campo mostra de onde veio.

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